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Os avanços científicos e o
desenvolvimento humano aumentaram a nossa expectativa de
vida, em pouco tempo. Porém, os sistemas glandulares
produtores de hormônios ainda não tiveram o necessário
tempo para adaptação, entrando em falência e
esgotamento, muitas décadas antes do final da vida.
São várias as pausas que
homens e mulheres passam durante a vida, de maneira
própria, em cada pessoa e níveis de intensidade e idades
diversas. A natureza tem regras muito rígidas para todos
os animais, que não vivem muito além da fase em que
esgota a capacidade de reproduzir. Somente o ser humano
consegue quebrar esta regra.
Infelizmente pagamos um
preço alto por isso, já que a partir do momento que a
produção de hormônios começa a declinar, todo o processo
de fabricação de proteínas no nosso organismo passa
também a sofrer um agudo declínio, acelerando de forma
intensa o envelhecimento.
A pausa gradual na produção
da testosterona no homem, por exemplo, está associada a
vários sinais e sintomas como fadiga, mudanças no humor,
perda do apetite sexual, impotência, perda de
musculatura, aumento de gordura local e várias outras
manifestações, geralmente atribuídas ao envelhecimento.
Alem disto a deficiência desse hormônio também pode
aumentar o risco de doenças cardiovasculares, obesidade
e diabetes. Apesar de menos traumático no homem do que
na mulher, a falta de hormônios pode impactar de maneira
crítica a qualidade de vida do homem, sua saúde e
longevidade.
A reposição da testosterona
pode melhorar o rendimento cardíaco e a resistência ao
esforço físico, recuperar as funções e o desejo sexual,
além de ter um efeito na glicemia e na normalização da
diabetes tipo II.
Uma boa alimentação,
qualitativamente falando, suplementação (minerais,
vitaminas,aminoácidos,etc..), hormônios naturais e
balanceados, estímulos de produção e atividade orgânica,
medicamentos específicos, reorganização estrutural e
atividade física tem um efeito tremendo na qualidade de
vida dos idosos e em suas respostas as agressões e as
doenças. |